Presidente da FenaPrevi participou do tradicional Café do CVG/RS

Gaúcho de Santa Maria (RS), o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Jorge Nasser, apresentou sua visão sobre os impactos que a reforma previdenciária trará ao panorama geral da economia e negócios no Brasil. Tudo aconteceu durante o tradicional Café da Manhã do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG/RS), promovido na última sexta-feira (7), em Porto Alegre (RS).

“Estamos muito otimistas com esse momento, pois a discussão não passa mais sobre quando deve ser feita a reforma, nem como ela deve ser realizada. Este encontro promovido pelo CVG-RS é fundamental, pois traz um espaço para discutirmos sobre as causas dessa crise e também aprofundar um pouco mais sobre as oportunidades que essas mudanças trazem ao setor de seguros”, comentou Nasser em entrevista ao programa Seguro Sem Mistério na TV.

O regime de Capitalização também foi alvo da apresentação de Nasser, que explanou sobre o modelo criado pela FenaPrevi em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), apresentado a Rogério Simonetti Marinho, Secretario Especial de Previdência e Trabalho, do Ministério da Economia.

Ainda sobre o regime de Capitalização, Nasser demonstra entusiasmo com as novas medidas. “Vamos avançar e conseguir escrever novamente a história de crescimento do nosso País”, reforçou o também presidente das Empresas Bradesco Vida e Previdência e Bradesco Capitalização. “O setor de Previdência Privada no Brasil apresenta um total de R$ 860 bilhões em reservas técnicas, essa cifra demonstra a pujança deste segmento, neste momento em que esperamos, mais do que nunca, a oportunidade de nos colocarmos como parte integrante do sistema previdenciário, como uma das possibilidades para equacionar a questão previdenciária da nação”, resume.

Em relação ao profissional da corretagem de seguros, Jorge Nasser reitera que é muito importante assumir “o papel de quem trabalha com proteção”. “É voltarmos a origem e imaginar que o papel do corretor será insubstituível, mesmo que estejamos em um mundo digital, seja em processos ou sistemas que ofereçam conveniências aos clientes. O momento é de grandes desafios, mas a relação one to one, sem dúvida alguma, tem papel extremamente importante do corretor. É ele quem traz a palavra proteção e dá proximidade. Isso é insubstituível”, reforça.

Uma das grandes questões quando se fala na reforma da Previdência é pelo fato de que o tema carece de um certo amadurecimento. “Comunicação é um dos nossos principais desafios. No caso do setor de seguros, vimos um novo panorama do corretor, que atuou como um diferencial para dar destaque ao Seguro de Pessoas. O portfólio de proteção oferecida ao segurado deve incluir este tipo de proteção e esse potencial de crescimento se apresenta mais uma vez. Considerando a aprovação das mudanças no Regime Geral de Previdência, a população estará sensível à necessidade de proteção”, finaliza.